PREVALÊNCIA DE SÍFILIS GESTACIONAL NA 5ª REGIONAL DE SAÚDE
Palavras-chave:
sífilis, sífilis gestacional, 5ª Regional de SaúdeResumo
O presente trabalho abordou a incidência de sífilis gestacional, mais precisamente, na abrangência territorial da 5ª Regional de Saúde, de Guarapuava. Para os dados coletados foi utilizada a plataforma DATASUS /Tabnet, ambiente virtual que monitora e gera os índices de registro dessa doenção infecciosa. Justificou- se o presente estudo devido ao crescente número de casos de sífilis gestacional e a necessidade do aperfeiçoamento da atenção à saúde materna. A sífilis gestacional é uma ameaça direta à saúde da gestante, como também um risco significativo para o feto, com potencial risco de óbito do bebê, em um contexto mais grave da doença. Elencaramse como objetivos avaliar a prevalência de sífilis gestacional na 5ª Regional de Saúde; determinar a prevalência da sífilis gestacional na área de abrangência dessa Regional; analisar de modo abrangente dos registros de saúde pré-natal da 5ª Regional para identificar a prevalência da sífilis gestacional em gestantes, em recorte específico de tempo; avaliar fatores de risco e determinantes sociais associados; investigar fatores de risco potenciais para a sífilis gestacional, incluindo características demográficas, socioeconômicas e comportamentais das gestantes nessa região e cumprir com o requisito obrigátorio visando a Graduação, nível Bacharel em Enfermagem do Centro Universitário Campo Real. Para tanto, o trabalho se amparou em
farta bibliografia sobre a sífilis e também da sífilis gestacional. Os dados foram apurados na plataforma DATASUS /Tabnet, especificamente os dados apurados entre 2015 e 2021. O perfil do público, sujeito da pesquisa abrangeu jovens, adolescentes e adultos do sexo feminino, escalonadas por faixas etárias, dos 10 aos 60 anos de idade. Como resultados, o maior índice de casos cadastrados está concentrado em jovens e adultas de 15 a 39 anos, inferindo-se que essa é a faixa etária mais sexualmente ativa e mais vulnerável aos riscos à saúde pessoal do bebê gestado. Concluiu-se que, se não houver monitoramento e ações contundentes de saúde pública, a estatística sobre a sífils e, por conseguinte, a gestacional com o índice de vítimas cada dia mais numeroso.